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Luanda na prática

Alimentar uma Equipa de Terreno em Luanda: Refeições ao Ritmo do Dia de Trabalho

Como manter uma equipa alimentada entre partidas cedo, turnos longos e regressos tardios - cozinhas das residências, refeições embaladas no local de trabalho e as regras básicas de segurança alimentar em Angola.

Equipa Editorial Fortaleza6 min de leitura
Trabalhadores de fato-macaco cor de laranja e capacete almoçam à sombra de um contentor, junto a uma mesa com caixas térmicas de refeições, fruta e água engarrafada, com as gruas do porto do outro lado da baía
Trabalhadores de fato-macaco cor de laranja e capacete almoçam à sombra de um contentor, junto a uma mesa com caixas térmicas de refeições, fruta e água engarrafada, com as gruas do porto do outro lado da baía

Uma equipa que sai da residência antes do trânsito da manhã e regressa depois da hora de ponta da tarde não come a horas normais. As refeições têm de seguir o turno: um pequeno-almoço cedo, um almoço que chega ao local de trabalho porque ninguém pode sair de lá, e um jantar quente à espera à hora a que os carros voltarem. Este guia expõe como os coordenadores da Fortaleza planeiam a alimentação das equipas que alojam e alimentam, e o que um gestor de projecto deve fechar antes de a primeira rotação chegar.

Construa o plano de refeições à volta do turno, não do relógio

Comece pelo horário do local de trabalho. Se a ligação sai às cinco e meia, o pequeno-almoço tem de estar pronto antes; se o turno acaba às seis, o jantar tem de aguentar até os carros voltarem. As cozinhas das residências da Fortaleza servem o pequeno-almoço desde o início da manhã e mantêm o serviço de jantar noite dentro, e o coordenador ajusta-se à escala real da equipa assim que a conhece. Para uma equipa em rotação, o passo útil é um plano semanal escrito - que refeições se tomam na residência, quais são entregues no local de trabalho e o que acontece no dia de rendição, quando duas equipas se sobrepõem.

O almoço vai ter com a equipa, não a equipa ao almoço

Sair de um local industrial, do porto ou da SONILS para almoçar custa uma hora de trânsito e uma segunda passagem pelo portão, por isso a resposta prática é uma refeição que chega ao local. As cozinhas da Fortaleza embalam refeições por pessoa - um lanche para um turno curto ou uma refeição quente com prato principal, pão, fruta e água para um dia inteiro - e entregam-nas no local, na base ou ao agente do navio. Encomende pelo número de pessoas no dia anterior, designe uma pessoa no local para receber e distribuir as caixas e combine uma janela de entrega compatível com o portão. Ementas e orçamentos estão disponíveis a pedido através da página de Catering.

Segurança alimentar num clima quente

Luanda é quente e húmida durante a maior parte do ano, e uma refeição que fica três horas num veículo ou numa cabina sem sombra é um risco, não um almoço. Mantenha a cadeia curta: refeições embaladas na própria manhã, transportadas em caixas fechadas, distribuídas à chegada e consumidas dentro do prazo que a cozinha recomenda. O que sobra deita-se fora, não se guarda para a noite. No local de trabalho, lavar as mãos ou usar desinfectante antes de comer importa mais do que em qualquer outro sítio, e a água engarrafada deve ser a única que a equipa bebe. Siga as recomendações oficiais de saúde actuais sobre comida e água em Angola e informe cada recém-chegado.

Necessidades alimentares, equipas em rotação e uma refeição local

Recolha as restrições alimentares com a lista da equipa - alergias, halal, vegetariano, dietas médicas - e envie-as à residência com antecedência, não à chegada. Equipas em rotação vindas de países diferentes estão habituadas a comida diferente, e uma cozinha que o sabe pode variar a ementa ao longo da semana em vez de repetir um padrão. A cozinha angolana merece lugar no plano: peixe grelhado, muamba de galinha, calulu e funge são os pratos do dia-a-dia, e um jantar na residência construído à volta de um deles é uma forma fácil de a equipa comer bem e comer local sem sair do recinto. Guarde os restaurantes para a noite livre, com transporte combinado.

Coffee breaks, formações e os dias que não são turnos

Induções, conversas de segurança e reuniões com o cliente têm outro ritmo e precisam de outra comida - café, água, sandes e fruta servidos onde a formação decorre, em vez de uma refeição completa. A Fortaleza serve coffee breaks por pessoa no local do cliente e monta a estação como parte do orçamento. Planeie-os com o calendário de formação para que a cozinha tenha o número de pessoas com um dia de antecedência, e mantenha água na mesa do princípio ao fim: a desidratação numa sala de reuniões quente é a razão mais comum para uma sessão de tarde inteira perder a segunda metade.

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